Os amigos do poeta e compositor Francelir Alves Silva, deficiente visual, farão a feijoada no dia 7/12, a partir das 11h, no Boteco Barracão (Rua profº Diomedes, 325, Centro), ao lado do quartel da Polícia Militar-PM.

 

Toda renda será usada para a cirurgia que trazer de voltar a visão. A cirurgia terá o custo de R$ 23 mil e será realizada nos dias 11 e 14/12 no Centro Brasileiro de Cirurgias Oftalmológicas (CBCO), em Goiânia-GO. O escritor é a acometido de Glaucoma desde a infância.

 

O valor da feijoada será de R$10,00. Outra forma de ajudar é adquirindo o livro de própria autoria "O Guerreiro Juventino e o Filho da Escuridão", no valor de R$20,00. A obra é versada em literatura de cordel, numa saga épica ambientada no extremo oriente durante o período medieval, quando o misticismo impunha o medo, dominando os mais fracos de espírito e as batalhas travadas forjaram os heróis a ferro e fogo.

 

O poeta representa a geração cuja autenticidade é selo de garantia e fala para pessoas que buscam essa fonte de inspiração, onde o real e o imaginário são apenas referências utópicas. Talvez movido pelo inconsciente coletivo, o poeta cordelista teceu a história carregada de dramaticidade.

 

Quem puder contribuir com outra forma, por meio de transferência: Francelir Alves da Silva CPF:134.541542-87, Banco do Brasil: Ag: 5780-0, Cc: 25249-2. Ou ainda pelo Banco Itaú: Ag:8526, Conta Poupança: 253748.

 

Mais informações com o escritor e produtor cultural Lindomar Neves dos Santos Bach, no telefone 99138 3807.

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Os amigos do poeta e compositor Francelir Alves Silva, deficiente visual, farão a feijoada no dia 7/12, a partir das 11h, no Boteco Barracão (Rua profº Diomedes, 325, Centro), ao lado do quartel da Polícia Militar-PM.

 

Toda renda será usada para a cirurgia que trazer de voltar a visão. A cirurgia terá o custo de R$ 23 mil e será realizada nos dias 11 e 14/12 no Centro Brasileiro de Cirurgias Oftalmológicas (CBCO), em Goiânia-GO. O escritor é a acometido de Glaucoma desde a infância.

 

O valor da feijoada será de R$10,00. Outra forma de ajudar é adquirindo o livro de própria autoria "O Guerreiro Juventino e o Filho da Escuridão", no valor de R$20,00. A obra é versada em literatura de cordel, numa saga épica ambientada no extremo oriente durante o período medieval, quando o misticismo impunha o medo, dominando os mais fracos de espírito e as batalhas travadas forjaram os heróis a ferro e fogo.

 

O poeta representa a geração cuja autenticidade é selo de garantia e fala para pessoas que buscam essa fonte de inspiração, onde o real e o imaginário são apenas referências utópicas. Talvez movido pelo inconsciente coletivo, o poeta cordelista teceu a história carregada de dramaticidade.

 

Quem puder contribuir com outra forma, por meio de transferência: Francelir Alves da Silva CPF:134.541542-87, Banco do Brasil: Ag: 5780-0, Cc: 25249-2. Ou ainda pelo Banco Itaú: Ag:8526, Conta Poupança: 253748.

 

Mais informações com o escritor e produtor cultural Lindomar Neves dos Santos Bach, no telefone 99138 3807.

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Terça, 19 Novembro 2019 15:49

Gavião vence o festival 2019

O Gavião Caracará (565 pontos) levou o título de campeão do Festival 2019 com diferença de 2,5 pontos. A Cobra Mariana ficou em segundo (562,5).  A apuração ocorreu neste domingo (17/11), às 17h. Na noite de sábado (16/11), as agremiações mostraram toda a garra do trabalho produzido de meses de dedicação. Este ano a Cobra Mariana e o Gavião Caracará desempataram o número de títulos. As apresentações trouxeram itens vindo de alegorias aéreas, coreografias cênicas trabalhadas e indumentárias estilizadas com adornos de penas, brilho, contos e lendas na Cidade Porto.

 

As apresentações começaram pelo Gavião Caracará que trouxe o trio de cantores do Movimento Roraimeira, Zeca Preto Neuber Uchôa e Eliakim Rufino, que adentraram a avenida emocionados pela homenagem. O tema deste ano foi “Amor: Antropofagia do movimento orgulho Roraimeira. O verde do Gavião levou a arquibancada ao delírio com a evolução cenográfica das alegorias e itens destaques do Festival.

 

 A Cobra Mariana, da cor azul, entrou na avenida com a temática “Índio: a resistência de um Povo”, o tema contou a história da chegada dos colonizadores espanhóis e portugueses nas terras brasileiras, na visão realista quanto ao dito descobrimento do Brasil, enaltecendo a figura do índio como protagonista da história e a valorização cultural dos povos. Os brincantes da Cobra transmitiram a anergia e o amor agremiação azulada.

 

Em ambas as apresentações, a principal avenida de Caracaraí se contagiou e se encheu de folclore e cores das nações que promovem o festival há 10 anos. Três jurados deram nota aos 19 quesitos, entre eles a Musa da Canção, Tribos Indígenas, Índio Makumaima, torcida, lenda amazônica, alegoria, entre outros.

 

O secretário estadual de Cultura, Johnson Castro, disse que as manifestações culturais são armas intelectuais para manutenção da identidade do povo roraimense. “As agremiações foram parceiras desse sucesso, até porque eles são os atores principais dessa grande festa do folclore. Esse protagonismo precisa ser valorizado e incentivado cada vez mais, para que o Estado possa ter eventos desse porte e, assim, crescer e mostrar a cara da nossa cultura. O papel do Governo é fomentar nossa riqueza, nosso bem maior, a manifestação do nosso povo”, disse Castro.

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Artista Plástico Miranda de Aquino mostrou as lendas do Monte Roraima em forma de cordel

 

 

Falar da flora e da fauna de Roraima no momento em que se discute preservação e alerta contra queimadas é a abordagem do Projeto Biblioteca Viva. As lendas e os mistérios do Monte Roraima são contadas às crianças em forma de poesia e cordel pelo artista plástico Miranda de Aquino (no personagem Zezé Maku) – materializado pelo projeto o Reino de Makunaima, iniciado na manhã desta quarta, 16, no Prédio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), no espaço da Biblioteca Infantil.

 

Atentas, as crianças da rede ensino – do 2º ao 6º ano do ensino fundamental I – participaram da apresentação em cordel e poesia declamada pelo artista. Em meio aos animais confeccionados de esponja, cobras, araras, tamanduás, peixes e aves, elas tiveram experiência de aprendizado interativo com contação de histórias, além de noção da geografia da Região Amazônica.

 

O projeto literário faz parte da série de ações culturais da Secult e da agenda de eventos em celebração à semana da leitura, do escritor mundial, dia do livro e do dia das crianças. A secretária adjunta da Secult, Dianiery Coelho, disse que a secretaria visa o aprendizado por meio das iniciativas pedagógicas e lúdicas que envolvem os alunos. “É só início dos nossos projetos. Certamente, hoje eles sairão daqui com um pouco da sabedoria ancestral da nossa terra, com a consciência da preservação e identidade cultural. A temática aborda a preservação e manutenção da cultura de Roraima”, ressaltou.

 

Kátia Drumond em Boas-Vindas às crianças

 

A chefe da Divisão de Literatura, Livro e Leitura da Biblioteca Pública, Kátia Drumond, conta que há muito tempo a divisão pensa no projeto como um dos importantes para educar alunos da rede de ensino. “Estamos aqui para contribuir com as crianças. Nossa terra, nossas lendas, nossa vida, é mostrada na parceria desse projeto magnifico do Reino de Makunaima. Somos felizes por encabeçar o projeto e enquanto estivermos aqui, vamos dar prosseguimento e gestar com o devido comprometimento educacional”, defendeu.

 

Após a apresentação, as crianças conheceram o Coreto do Palácio da Cultura Dagmar Ramalho, onde também lancharam e brincaram. A programação continua no Espaço Infantil nas datas 17,18 e 23 de outubro, no Palácio da Cultura, Centro de Boa Vista, a partir das 8h30.

 

 

 

 

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Reunião com o Conselho de Cultura, GTAP, Sefaz e Secult para discutir os gargalos do edital 

 

 

Por Dione Franco 

 

A Secretária adjunta da Cultura, Dianiery Coelho, juntamente com representantes do GTAP (Grupo Técnico para aprovação de Projetos) e do Conselho Estadual de Cultura (CEC), receberam nesta terça (9/10), no Palácio da Cultura, a visita da assessora técnica da Sefaz, Larissa Goes de Souza, responsável pelos estudos realizados do convênio 74/03-Confaz.

 

O Governo aderiu regras para a manutenção da Lei 318/2001 (Lei de Incentivo à Cultura) e que deve sofrer alterações para atender as porcentagens que beneficiam artistas e produtores culturais.

 

A assessora, explicou o porquê de toda problemática que paralisou o trâmite da Lei e mostrou o melhor caminho a ser tomado. O colegiado do CEC acompanha o posicionamento e sugeriram alguns pontos de melhorias para que a solução de todo o problema da Lei 318. A discussão quer sanar todas às necessidades dos empreendedores e produtores culturais de Roraima.

 

“As novas demandas serão passadas para o secretário da Fazenda, no intuito de serem defendidas na próxima reunião extraordinária do Confaz que ocorrerá em breve. Temos o papel relevante para lançar em breve o edital já com as alterações necessárias”, disse Dianiery.

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 As crianças se encantaram com os gibis

 

Durante o aniversário do Estado, celebrado neste sábado 5, na Escola Severino Cavalcante, no bairro Senador Hélio Campos, a Biblioteca Pública por meio da Secretaria de Cultura (Secult), levou diversas atividades infantis para alegrar a criançada. Enquanto os pais eram atendidos nos serviços oferecidos pelo Governo, os livros infantis, desenhos animados, pipoca, algodão doce, pula-pula e os disputados gibis alegravam à garotada.

Lucas Pereira, 12 anos, andava triste, pois perdeu a irmã recentemente. Ele conta que a saudade ainda é muito grande e foi no evento que pôde se distrair e lembrar de momentos felizes ao lado da irmã. "Estou feliz é sempre bom alguém querer ajudar a gente. Perdi minha irmã há pouco tempo, lembrei muito dela nessas brincadeiras”, relembrou.

A dona de casa, Fay Orlean, 29, também participou desde o início dos filmes e da leitura de gibis com os filhos de 2 e 6 anos. "Achei muito bom. Eles ficaram todos reunidos numa sala e conheceram outras crianças, brincaram juntas. Além da salinha da leitura, os filmes foram muito bacanas e meus filhos gostaram demais. Eles adoram os gibis da turma da Mônica e de pintar”, disse. 

A Ester Almeida, 12, veio para assistir o filme o Pequeno Príncipe. “Estou gostando de tudo das brincadeiras, da leitura dos doces e principalmente do filme”, disse. Ester ainda trouxe a amiga Emiliy de Souza, 13 anos, que acabou de chegar da Venezuela. “Ela me convidou e quero participar de tudo”, disse entusiasmada.

 

A chefe da Divisão de Literatura, Livro e Leitura da Biblioteca Pública, Kátia Drumond, falou sobre a ação como positiva para a sociedade. “Para nós como biblioteca é uma satisfação estar aqui levando a ludicidade à população de Roraima nosso Estado bonito e promissor que completa 31 anos. A população hoje é a maior presenteada”, destacou.

Para completar a alegria ainda teve a animação do Palhaço Chuchu que direcionou as crianças para os pontos estratégicos das brincadeiras lúdicas do evento.  Na videoteca olhinhos vidrados na exibição dos filmes:  Toy Story 4, O pequeno príncipe e a Era dos dinossauros.

A gibiteca levou a magia dos desenhos em quadrinhos da turma da Mônica e historinhas que ainda encantam o público infanto-juvenil.  A exposição de banners contendo as bandeiras dos municípios de Roraima com a letra dos hinos oficiais também despertou a curiosidade do visitante.

 

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Conheça a história de Meire Saraiva, patrimônio vivo da cultura roraimense

 

A professora pernambucana, Meire Saraiva Lima, nasceu em 10 de fevereiro de 1947. Ela chegou a Roraima em setembro de 1950, aos três anos de idade, mas se considera autêntica roraimense. Meire têm sete irmãos, sendo filha mais velha de Pedro Saraiva Coelho, mais conhecido como Pedro Paletó (por sempre usar terno branco) e Leonilde Araújo Saraiva (Dona Nilde).

 

Devido a vida difícil no Nordeste, o irmão mais velho de Dona Nilde decidiu vir para o Amazonas trabalhar como soldado da borracha, mas foi em Roraima que conheceu o garimpo bem na época dos rumores de vida melhor por essas bandas. A atividade ajudou nas condições financeiras da família. Gostou tanto da calmaria do Estado que logo voltou ao Nordeste para buscar boa parte da família, inclusive a de Meire para morar e trabalhar na Vila de Garimpo por nome Quem, às margens do Rio Maú.

 

Na década de 50, já em idade escolar, os pais viram a necessidade de trazê-la para Boa Vista juntamente com os irmãos para estudar. Foi nesse período que cursou as primeiras séries em algumas escolas da capital, entre elas destacam-se o então Colégio São José, Euclides da Cunha (GEC), e Monteiro Lobato. Ela nem imaginava que um dia voltasse como professora, supervisora entre outras atividades, àquelas instituições. Meire era menina tímida, mas muito estudiosa, mesmo que não acreditasse que viria a lecionar um dia.

 

A veterana da cultura é apaixonada pela literatura de Roraima 

 

Lembra que aos 16 anos foi estudar na escola Monteiro Lobato, antes Curso Normal Regional Monteiro Lobato. A escola oferecia entre as disciplinas as práticas de ensino pedagógico para quem pretendia dar aula.   Por causa da distância da escola a mãe dela tinha receio de autorizar os estudos naquela instituição, mas logo acabou cedendo ao pedido da filha, após muita insistência pelo sonho de ser professora.

 

Mesmo aplicada nos estudos, ao final do curso, Meire ficou decepcionada, pois se classificou em segundo lugar na seleção e não conseguiu a vaga de emprego que tanto queria. Mas pela força do destino lecionou na Escola Afrânio Peixoto no bairro Calungá, no mesmo prédio que hoje está instalada a Escola Estadual Barão de Parima, onde teve a oportunidade de realizar parte do sonho.

 

Mas o destino lhe pregou outra peça. O pai era cabo eleitoral de oposição ao Governo e no meio da campanha política em 1967, ela foi chamada na Secretaria de Educação do Estado e recebeu a determinação do secretário para convencer o pai a apoiar o Governo de situação. De opinião forte, a jovem professora recusou o imposição e perdeu o emprego.

 

Meire tem boas lembranças do tempo de escola. Teve como colegas de turma muitos nomes de celebridade na sociedade roraimense, inclusive atuando como professora dessas personalidades. “Fico muito feliz quando reencontro pessoas daquela época que marcaram minha vida”, relembrou.

 

 

Sempre perseverante, em 1968 aceitou o convite da tia para continuar os estudos em Fortaleza. Três anos depois voltou para Boa Vista e conheceu Clemilton Lima com quem se casou no final de 1972.  Em 15 de setembro de 1981, nove anos depois, Meire teve outro golpe da vida, perdeu o marido vítima de infarto, ainda jovem com 31 anos. “Ele estava bem, não aparentava estar doente. A morte dele foi muito dura para mim. Eu era muito jovem com muitos sonhos e planos pela frente, inclusive o de ter mais filhos”, lamentou.

 

A herança e lembrança do marido foi o único filho do casal, Marcelo, fruto dessa união. O menino tinha apenas três anos quando ela ficou viúva. Meire conta emocionada sobre a dedicação do filho. “Ele me liga várias vezes ao dia, preocupado com a violência no trânsito. Quer que eu pare de dirigir, o que é difícil, pois sempre fui independente”, sorriu.

 

Ela teve outros relacionamentos, mas decidiu viver sozinha por causa da rotina e hábitos independentes. “Eu achei melhor assim. Ia ter que me prender às obrigações com a vida de casada, logo eu que nunca gostei de trabalhos domésticos, prefiro trabalhar fora”, comentou.

 

Meire tem outra paixão, a neta Laira de 24 anos, a cria como filha. A neta, em contrapartida, faz companhia à avó. “Ela está comigo desde que nasceu. Quando meu filho se separou da mulher, ela ficou comigo e me faz companhia até hoje”, disse.

 

Aos 72 anos Meire Saraiva já passou por muitas experiências, entre elas o advento da tecnologia que tem melhorado a vida das pessoas, mas confessou que ainda encontra dificuldades com as novas ferramentas. “Às vezes peço ajuda dos colegas quando preciso mexer com a internet. Acho incrível a facilidade de acesso para trabalhar, inclusive, já encontrei muitos amigos antigos pelas redes sociais”, disse entusiasmada.

 

Trabalho - Meire Saraiva é servidora federal aposentada há três anos. Em 1989 foi convidada pela Secretaria de Educação do Estado para trabalhar na Subdivisão de Etnografia e Folclore, do então Departamento de Cultura – hoje Secult. Ela é Conselheira de Cultura da Câmara de Patrimônio até dezembro de 2019 e já aguarda a segunda aposentadoria. Ao mesmo tempo lamenta por deixar o que mais gosta de fazer, cuidar do Patrimônio Histórico de Roraima.

 

Há trinta anos no mesmo cargo, a veterana e guardiã da cultura explicou o que falta para melhorar o desenvolvimento do segmento cultural no estado e deixa o recado aos futuros gestores.

 

“A cultura fica sempre em segundo plano, deixada para depois. Primeiramente precisa da vontade política e compromisso. Tem que estudar, conhecer e mergulhar de cabeça no que se propõe a fazer. Estar ciente que vai lidar com coisas antigas, frágeis devido ao tempo e buscar na história o que vai deixar para as futuras gerações. Como toda profissão é preciso dedicação”, enfatizou.

 

Durante o período em que está à frente do setor, muitos materiais históricos foram resgatados e que hoje estão à disposição da sociedade. “Temos um acervo fotográfico, a maioria cópias. Recebemos doações de fotos de muitas pessoas, inclusive outras pessoas fora de Roraima também enviam material ao nosso acervo. Temos fotos do primeiro hidroavião em pouso no Rio Branco; da Fazenda São Marcos; do monumento Forte São Joaquim, o único tombado a nível federal e, alguns monumentos estaduais; muitos documentos e livros encadernados que recontam as histórias do nosso patrimônio”, informou.

 

Meire Saraiva é patrimônio vivo da cultura material e imaterial de Roraima.

 

 

 

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Ações na Escola Severino Cavalcante, Zona Oeste de Boa Vista, farão parte do aniversário do Estado.

 

Em celebração ao aniversário do Estado de Roraima, 5 de outubro, neste sábado o Governo de Roraima por meio da Secult (Secretaria Estadual de Cultura), realiza uma ação social na Escola Estadual Severino Cavalcanti, envolvendo toda a estrutura de governo.

 

Os portões da escola serão abertos às 6h30, com distribuição de senhas para atendimentos, que visam dar acesso à população aos serviços de saúde, estética e cuidados pessoais, emissão de documentos, palestras, esporte, lazer, cultura entre outros.

 

O secretário de Cultura Marksjonson Ferreira, destacou que a data traz as ações para contemplar o que o Governo pensa sobre o bem-estar da população. “Um Estado sem as pessoas que nele estão, não pode sobreviver em uma plena Democracia. O conceito diz respeito ao bem-estar das pessoas, com saúde, moradia e acesso à serviços essenciais. A Secretaria de Cultura, juntamente com outras do Governo preza por manifestar a preocupação com o ser humano e por isso no Aniversário da nossa Terra o presenteado deve ser o cidadão que aqui plantou sementes para um futuro melhor”, ressaltou.

 

A programação será diversificada. “Pusemos os serviços essenciais para que as pessoas pudessem se sentir acolhidas neste dia. Muitos precisam de atendimentos e documentos urgentes. Priorizamos as demandas necessárias para essa ação”, disse diretor de Promoção Cultural da Secult, Raphael Mendes.

 

PROGRAMAÇÃO

Às 8h começam os atendimentos de Saúde com especialidades em ginecologia, cardiologia, pediatria, clínico geral, odontologia e oftalmologia, além de vacinação, orientações e palestras preventivas. Haverá também o atendimento estético de beleza e cuidados pessoais.

 

O Governo emitirá documentos pessoais e certidões em geral como: Carteira de Trabalho por meio do Sine (Sistema Nacional de Emprego), Carteira de identidade pelo Instituto de Identificação/IML, emissão de Certidões – Sefaz (Secretaria de Fazenda) e Controladoria; tradução de documentos; emissão de Certidões pela Junta Comercial de Roraima e, ainda, análise previdenciária para servidor público do Estado, por meio do Iper (Instituto de Previdência do Estado).

 

A Setrabes (Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social) também está envolvida. Vai participar com recreação para a criançada, distribuição de picolés, algodão doce e bolo, além de brincadeiras e palestras preventiva e orientativas para pessoas com deficiência.

 

Haverá palestras sobre primeiros socorros com o Corpo de Bombeiro, enfrentamento à violência contra a mulher pelo Chame, boas práticas políticas e ambientais pela Femarh (Fundação Estadual de Meio Ambiente e Recursos ahídricos), entre outras.

 

OUTRAS ATIVIDADES

 

Local: Quadra de Esportes do Centro de Excelência da UERR

 

7h30 - Brincadeiras infantis com o Palhaço Xuxu; Pintura facial; Gibiteca/ Caminhada Literária; Galeria Cívica e Recreação Infantil;

8h - Brincadeiras infantis com o Palhaço Léo Malabarista;

8h - Recreação Infantil (Alunos UERR); oficina de robótica; oficina de balão;

9h - Cinemateca com distribuição de pipoca;  FitDance e Zumba kids. Com Jhon Lee Naveca;

10h- Zumba para adultos com Jhon Lee;

 

 

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Essa é história do paraibano Joemir Guimarães, 67 anos, natural de Campina grande. O engenheiro civil roraimado (como chamamos por esses lados do extremo norte de quem escolhe Roraima como terra querida para viver), começou a carreira solo em 1983, em Salvador e Rio de Janeiro. Além da profissão e da musicalidade, o músico multifacetado acumula outros talentos como artista, compositor, intérprete, empreendedor Musical e radialista. Anos dedicados à arte.

Joemir têm três filhos: John Lima de Souza, Priscila Lima de Souza e Patrícia Lima de Souza. É casado com a cantora Rocicleide Lima. Juntos formam parceria na vida e na arte. Logo ao iniciar a carreira musical em 1968, em Campina Grande na Paraíba, tocou em várias bandas musicais nos anos de 1960 a 1982, fez muitas apresentações em Pernambuco, Rio Grande do Norte e Alagoas.

Já na estrada, na carreira, reuniu músicos para compor a banda Xaxado da Paraíba, composta por Paulo André e Jataí de Albuquerque. Inquieto e eufórico para conquistar atingir outros segmentos musicais formou a Banda Confete e Serpentina, especialista em marchinhas e frevos de carnaval.

 

 

O saudosismo, o empenho e a veia artística o moveu em direção a outros projetos que viria a se tornar a menina dos olhos: o Canto Forte, projeto do Edital Estadual de Incentivo à Cultura do Governo do Estado, gerenciado pelo Conselho de Cultura, Grupo Técnico de Trabalho (GTAP) e Secretaria de Cultura. O Canto Forte além de revelar dezenas de artistas, também se tornou o maior festival de música roraimense e do Norte do País, depois do tradicional Femur (Festival de Música de Roraima), cujo revelou artistas como Neuber Uchôa, Zeca Preto, Eliakim Rufino, Claudete Figueiredo, entre muitos outros famosos da cena musical de Roraima.

 

 

Discografia
Joemir acumula em seu hall musical os seguintes projetos: Vinil – Projeto Nossa Música; Teatro Amazonas/AM; Vinil Baião Do Desejo; CD Forró Frevo; CD BV Raiou; CD I Amostra de Música; Canta Roraima-Sesc/RR; CD Aras Cunhã Pucá; CD Xaxado Forró pra Cabra Macho; CD Xaxado Forró Para Todos; DVD Xaxado Made In Roraima.

O músico participou de muitos eventos, mas alguns se destacam na carreira, como por exemplo: Show de lançamento do 1º Vinil em Boa vista na AABB e em Campina Grande-Paraíba; Projeto nossa Música 1ª e 2ª fase Teatro Amazonas, pela Superintendência Cultural do Amazonas; em 2014 se apresentou com trio pé de serra (Lira do Acordeom e Aurélio no Zabumba) na Central Station em New York nos EUA. Também já fez o Pré show de Vários cantores nacionais como: Cantora Elba Ramalho, Elke Maravilha, Zé Ramalho, Roberto Leal, Nelson Gonçalves e Altemar Dutra.

Joemir Guimarães compõe o acervo material e imaterial do Patrimônio Histórico de Roraima.

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A Biblioteca Pública expôs livros infantis com linguagem em Braile

 

A secretaria Estadual de Cultura realizou uma programação diferenciada para os visitantes do Roraima Garden Shopping nesse sábado (21). Livros em braile, e outros recursos da tecnologia assistiva fizeram parte de uma pequena mostra do Acervo da Biblioteca Pública Estadual, além de um debate e apresentações musicais e esportivas. O evento promoveu o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência que é celebrado neste sábado (21) em todo o país. De acordo com o secretário estadual de cultura Markjohnson Ferreira, as atividades seguirão durante a semana até o dia 03 de dezembro.

 

"A secretaria de cultura, junto com a Setrabes e o Governo de Roraima tem como meta realizar vários eventos para ressaltar a importância da ressocialização das pessoas com e sem deficiência, um assunto que muitas vezes é tão esquecido, o estado se preocupa em fazer um trabalho e criar uma dinâmica que reforce a importância dessa causa e dessa luta", explicou.

 

Sobre o assunto, o governador Antônio Denarium reforçou a importância da acessibilidade e as dificuldades enfrentadas pelos portadores.

 

"Nós estamos trabalhando pra diminuir os obstáculos e abrir caminhos. Sei quais são as dificuldades que essas pessoas enfrentam. Hoje a data foi um momento de felicidade com inclusão, em um ambiente onde tem dezenas de pessoas circulando que puderam ver essas atividades das pessoas com mais carinho", contou.

 

A diretora da Rede de Atenção Especial da Setrabes, Soraia Rodrigues, já existe pontos positivos alcançados pela equipe em 2019, entre eles, a integração do estado com empresas e a sociedade. "Durante essa semana, nós recebemos muitos agradecimentos de instituições voltadas devido a doações do governador, muitas delas estavam fechando as portas", disse.

 

Secretária da Setrabes, Tânia Soares, experimentando a rotina da pessoa com deficiência visual.

 

De acordo com a Kátia Drummond, chefe de Divisão de Literatura, livro e leitura da Biblioteca Pública de Roraima. "Nós trouxemos uma pequena mostra dos livros da nossa biblioteca que atende os deficientes físicos, são mais de 250 livros com várias temáticas, além de livros com fonte ampliada para aqueles que possuem baixa visão. Por hoje ser um dia especial realizamos esse evento para sensibilizar as pessoas para esse mundo da inclusão", explicou.

 

Para a estudante e deficiente visual Eslyne dos Santos, 16 anos, a maior luta da pessoa com deficiência é ser vista como todas as outras pessoas. Foi apresentada sua música que ela chamou a atenção do público. Ela aprendeu a lidar com a cegueira desde bebê, por ter nascido prematura a jovem passou seis meses na incubadora.

 

"Eu quero lembrar os pais e mães para não rejeitarem os seus filhos deficientes, eu sempre tive apoio da minha família e isso me ajudou a me superar todos os dias" relatou. No local, foram disponibilizados livros em braile para que pessoas com e sem deficiência tivessem contato com as histórias.

 

"De todos os livros, a minha história favorita é as aventuras da Emília, escrito por Monteiro Lobato, por que me identifico com ela", contou.

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