LUIZ CANARÁ
Suely Campos entrega galeria de arte revitalizada
Repórter: WESLEY OLIVEIRA | Edição: SECOM RR | Foto: Fernando Oliveira

O Governo de Roraima, por meio da Secult (Secretaria Estadual de Cultura), entregou aos artistas roraimenses, nesta sexta feira, 29, após serviços de revitalização, a Galeria de Arte Luiz Canará, localizada no Parque Anauá. A reabertura do espaço foi marcada com a exposição de 45 telas do artista plástico roraimense Augusto Cardoso, que ficará aberta ao público até novembro, de terça-feira a sábado, das 10h às 20h.

 

Espaço utilizado para exposições de artistas locais, a Galeria recebeu pintura, limpeza e instalação de ar condicionado. “Iniciamos, neste momento, uma nova trajetória, marcada pela exposição desse grande artista roraimense, Cardoso. Estamos colocando a Galeria, que ficará permanentemente aberta ao público, à disposição da população”, afirmou a governadora Suely Campos.

 

Segundo a secretária de Cultura, Selma Mulinari, o Estado ainda não tinha um espaço adequado para exposições e a atual gestão tem se preocupado muito com essa questão. “Não tínhamos um local adequado para fazer uma exposição de artes plásticas, mas a governadora Suely Campos tem amparado esse segmento. A reabertura da Galeria marca um novo tempo para a cultura local. Reabrimos em grande estilo, com exposição do artista Augusto Cardoso”, ressaltou.

 

Selma Mulinari explicou ainda que haverá sequencialmente quatro exposições na Galeria Luiz Canará. “Após a exposição do Artista Cardoso, iremos disponibilizar o primeiro edital que trata de artes visuais no Estado. As exposições só foram possíveis, após abertura do edital específico. Outros quatro artistas selecionados também participarão da mostra, com duração de dois meses”, disse.

 

Para Augusto Cardoso, a reabertura da Galeria vai valorizar todos os artistas roraimenses. “A reestruturação da Galeria é uma maneira de a Secretaria de Cultura nos valorizar. A exposição é a melhor forma que o artista tem para mostrar seu trabalho”, destacou.

 

A EXPOSIÇÃO – A exposição de Cardoso faz uma viagem no tempo e mostra a evolução de cores, técnicas e conceitos no trabalho do artista. Todas as peças estão disponíveis para comercialização, com preços que variam de R$1.500 a 35 mil.

 

Estão expostas obras inéditas e antigas produzidas de 1984 a 2017. Algumas não foram restauradas e são originais. Todas fazem parte do acervo e também são sobras de coleções que não foram vendidas.

 

Uma das obras inéditas é a de Jesus Cristo, que retrata seus últimos momentos na Terra. Outras são antigas, entre elas, pinturas de frutas e de bebidas, de animais e de paisagens.

 

Durante a abertura da mostra, Augusto Cardoso assinou a obra ‘Makunaima, o Deus Macuxi’, que possui quatro metros de largura e dois metros de altura. Essa obra ficou pronta após três anos de produção e retrata o regionalismo local.


TRAJETÓRIA – As obras do artista percorrerão outros locais: Palácio da Cultura Nenê Macaggi, Palácio Senador Hélio Campos e um Shopping da cidade.

 

Cardoso tem obras expostas em museus e embaixadas no Brasil, Venezuela, Itália, Argentina, Holanda, Japão, França, Bélgica, Uruguai, Canadá, Áustria e Estados Unidos, mas, para ele, uma obra especial faz parte do acervo do Museu do Papa no Vaticano, que é a tela de São Francisco em uma paisagem regional.

 

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